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Prisões certamente constituem uma repressão, afirmou porta-voz de agência

Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad
Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad (Mian Khursheed/Reuters)
O Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos expressou preocupação com a prisão de defensores de direitos humanos, jornalistas e ativistas políticos no Irã nas últimas semanas e pediu a Teerã que "liberte imediatamente" as pessoas que foram presas “por exercer pacificamente seus direitos fundamentais”.

"É certamente uma repressão. Trata-se de um grande número de pessoas (detidas) - figuras muito importantes - apenas nas últimas duas semanas. Parece haver alguma ligação política com as próximas eleições", previstas para 2013, explicou o porta-voz da agência, Rupert Colville, em Genebra, Suíça, durante uma coletiva de imprensa.

Segundo Colville, as "severas" condenações impostas nos últimos dias refletem uma tendência "perturbadora" destinada a limitar a liberdade de expressão e opinião no Irã.

“Advogados, defensores de direitos humanos e a imprensa independente são uma contribuição-chave nas sociedades democráticas e devem ter permissão para desempenhar seu trabalho sem enfrentar intimidação, assédio, prisão e perseguição”, concluiu Colville.

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Casos – O porta-voz expressou especial preocupação em relação ao caso do advogado de direitos humanos Mohammad Ali Dadkhah, preso em 29 de setembro e condenado a nove anos de prisão sob o argumento de "pertencer a uma associação que pretende derrubar o governo e fazer propaganda contra o sistema".

Dadkhah fundou, juntamente com Shirin Ebadi, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2003, o Centro de Defensores dos Direitos Humanos.

(Com Agência Reuters)
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