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Os países que podem detonar uma bomba nuclear


O momento da explosão da bomba em Hiroshima (Foto: Exército dos EUA/Memorial da Paz de Hiroshima/AP)
Desde Hiroshima (foto) e Nagasaki, bombas atômicas não foram mais lançadas
A primeira bomba atômica da história foi lançada há 70 anos, em um ato de guerra, matando cerca de 70 mil pessoas em Hiroshima, no Japão.
O bombardeio em 1945 por um avião de guerra norte-americano, e um segundo em Nagasaki, três dias depois, são apontados como responsáveis pelo fim da 2ª Guerra Mundial.
Conheça abaixo os alvos que entraram na mira dos EUA na ocasião:
CLICÁVEL
  • Hiroshima

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    Lançamento da primeira bomba, 6 de agosto de 1945.
  • Nagasaki

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    Segunda bomba atômica é lançada, 9 de agosto de 1945. A cidade foi adicionada à lista de alvos para substituir Kyoto apenas em 24 de julho.
  • Kyoto

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    Tradicional capital ancestral do Japão, Kyoto estava na lista do bombardeio até o secretário da Guerra dos EUA à época, Henry Stimson, convencer o presidente Truman a retirá-la por causa de sua importância cultural.
  • Kokura

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    Alvo original para a segunda bomba atômica em 9 de agosto. Devido à má visibilidade, o avião mudou a rota para Nagasaki.
  • Emperor's palace, Tokyo

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    Houve discussões sobre atacar o palácio do imperador Hirohito, mas os EUA concluíram que a reação à morte de um homem considerado no Japão como uma divindade viva seria imprevisível e não recomendável. Tóquio já estava praticamente destruída por um bombardeio tradicional em março, então essa opção tinha valor estratégico reduzido.
  • Yokohama

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    Ampla área industrial que não havia sido atingida por bombardeios convencionais, deixou a lista no final de julho.
  • Niigata

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    Porto importante, identificado como um centro potencial para dispersão industrial pelos EUA.
Não houve mais atos semelhantes desde então, mas há países que possuem bombas prontas para o uso, caso necessário.

Os donos do arsenal nuclear

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) são aqueles que oficialmente possuem armas nucleares.
São eles: Reino Unido, Rússia, EUA, China e França.
O sistema Trident, do Reino Unido, inclui submarinos nucleares
No Reino Unido, o atual sistema militar de armas nucleares, chamado Trident, é alvo frequente de críticas de políticos pelo alto custo de manutenção e pelo caráter supostamente desnecessário dentro da missão de preservar a paz mundial.
Mas o governo do Partido Conservador defende que o Trident permite ao Reino Unido ter voz nas principais mesas da comunidade internacional e serve como último recurso para evitar uma guerra extrema.
Porém, existem ainda quatro países que não são reconhecidos como "Estados Nucleares".
A Índia conduziu um teste bem-sucedido com armas nucleares em 1974, embora tenha uma política de "não usar primeiro" e de só agir em eventual necessidade de retaliação.
Quando o país se aproximou de conseguir produzir sua bomba, o vizinho Paquistão iniciou seu próprio projeto, por causa das tensões entre ambos.
Como se trata do único país muçulmano com capacidades nucleares, alguns classificam o potencial paquistanês como "a bomba islâmica".
Fotos de satélite de 2013 de uma instalação de testes nucleares da Coréia do Norte; havia preocupação sobre a possibilidade de o país testar armas
A Coréia do Norte já foi alvo de forte reprovação por seus sucessivos testes nucleares. O país, no entanto, não tem a tecnologia para montar uma ogiva nuclear em um míssil de longo alcance.
Acredita-se que Israel tenha armas nucleares desde 1966, mas o país nunca reconheceu essa posse.
Por mais de dez anos, o Conselho de Segurança da ONU manifesta preocupação com o possível desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã, embora mediante acordo recente o país tenha se comprometido a "limitar de forma significativa suas atividades nucleares mais sensíveis".
O Irã sempre argumentou que seus testes nucleares não têm fins bélicos, mas para aplicações em energia, como fazem países como Japão e Alemanha, visando evitar a dependência de reservas decrescentes de petróleo.
O avião americano Enola Gay lançou a bomba atômica sobre Hiroshima em 1945
Em 6 de agosto de 1945, estima-se que 70 mil pessoas tenham morrido no bombardeio de Hiroshima.
E muito mais pessoas morreram em decorrência de terríveis ferimentos causados pela radiação, semanas e meses depois.
A estimativa é que o número combinado de mortes em decorrência desse bombardeio, e o de Nagasaki dias depois, tenha superado 140 mil.
Na última quinta-feira, japoneses de todo o país observaram um minuto de silêncio para marcar o 70º aniversário da tragédia.
Em Hiroshima, um sino soou às 8h15 – horário em que a aeronave americana B-29 Enola Gay lançou a bomba que arrasou a cidade.

                                              Fonte:





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