Realizada pela primeira vez, a projeção mede a diferença entre os juros reduzidos pagos pelo BNDES ao Tesouro e a taxa média que o governo paga ao mercado para tomar emprestado recursos, pela venda de títulos. Essa diferença não é coberta pelo Orçamento, mas contribui para elevar a dívida pública.
Esse impacto se estende pelos próximos 40 anos, valor médio dos contratos, mas uma parte expressiva se dá ainda no governo Dilma. Conforme cálculos da Fazenda encaminhados ao Tribunal de Contas da União (TCU), de 2015 a 2018 o subsídio dos contratos em vigor vai somar R$ 97,5 bilhões – ou R$ 74 bilhões quando calculados com o valor atual, ou seja, considerando que ele seria integralmente incorporado à dívida neste ano.
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