São infundados os boatos de que deixei a articulação política. Continuo. Tenho responsabilidades com meu país e com a presidente Dilma.
— Michel Temer (@MichelTemer) 7 agosto 2015
Foi daí que surgiram os boatos de que ele deixou a articulação política.
Não, não deixou porque, simplesmente, Dilma não aceitou.
Na verdade Temer não pretendia abandonar a coordenação política. Fez isso apenas para neutralizar o que chama de “intrigas”: críticas de ministros do PT à sua declaração do dia anterior, quanto afirmou que o país precisa alguém capaz de “unificar a todos”.
Os petistas entenderam sua declaração como uma constatação de que Dilma já não lidera o país. E que ele próprio, Michel Temer, estaria se colocando para ser essa pessoa.
No encontro com Dilma, Temer citou ter ouvido falar dessa interpretação e disse à presidente que não queria criar mais problemas para o governo neste momento. Portanto, se Dilma quisesse, poderia afastá-lo da coordenação política que ele entenderia perfeitamente.
Dilma disse que não cogitava disso. E o vice-presidente sentiu-se blindado contra as críticas. Pelo menos por enquanto.
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