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Sindicato de profissionais da educação e Black Blocs marcam protesto para terça, dia 3, data do jogo contra o Panamá
Panfleto do Simsed distribuído na sexta-feira em Goiânia
Jogadores e membros da comissão técnica já tentaram tirar da seleção brasileira o foco dos protestos que tomaram o País no último ano, mas antes mesmo de a Copa do Mundocomeçar podem ter de enfrentar a segunda manifestação em menos de uma semana. A primeira aconteceu na apresentação do grupo na segunda-feira no Rio de Janeiro.
Em Goiânia, local do amistoso da próxima terça-feira contra o Panamá, membros do Simsed (Sindicato Municipal dos Servidores da Educação) e o braço na cidade do grupo Black Bloc, marcaram para as 14h do mesmo dia um protesto na Praça Cívica, a principal da cidade, uma reunião e caminhada para o Serra Dourada, cerca de 3,5 quilômetros dali.
Membro do Simsed, Renato Régis, afirmou ao jornal "O Popular", que o sindicato está tentando o apoio de outros sindicatos para o protesto intitulado "Da Copa Eu Abro Mão". Na sexta-feira, alguns membros do sindicato invadiram a sede da secretaria muni Já os Black Blocs de Goiás criaram uma página no Facebook nomeada "Não Vai Ter Amistoso" e 1,2 mil pessoas confirmaram virtualmente que estarão na manifestação.
Os jogadores da seleção brasileira tentam minimizar os respingos que a insatisfação popular podem causar no grupo antes da Copa. Lembram do carinho que vêm recebendo nos primeiros dias de treinos em Teresópolis (à exceção do primeiro dia, não houve mais incidentes em torno da seleção).
"Cada um tem sua opinião, mas tirando a violência, cada um tem uma opinião e se quiser protestar eu respeito", disse o lateral-esquerdo Marcelo. Num discurso parecido, Carlos Alberto Parreira ressaltou que a seleção brasileira nada tem a ver com os problemas em torno da Copa e, por isso, não merece ser alvo dos protestos.
Reunião entre todos órgãos de segurança que vão participar da operação em torno da seleção brasileira em Goiânia
Segurança
A seleção brasileira chega a Goiânia na noite deste domingo e um forte esquema de segurança já está montado para a estadia na cidade. Na quarta-feira, órgãos de segurança do Estado se reuniram para definir as ações. Não foram divulgados o número de agentes envolvidos na operação e nem mesmo detalhes dela.
A seleção brasileira chega a Goiânia na noite deste domingo e um forte esquema de segurança já está montado para a estadia na cidade. Na quarta-feira, órgãos de segurança do Estado se reuniram para definir as ações. Não foram divulgados o número de agentes envolvidos na operação e nem mesmo detalhes dela.
“O Serra Dourada, dentro e na parte externa contará com quantitativo de policiais trabalhando bastante reforçado para garantir a segurança dos torcedores e da seleção brasileira”, disse o tenente-coronel Wilson Brasil Pinheiro Tavares, comandante da Polícia Militar de Goiânia. A escolta será feita por batedoresda PM, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria Municipal de Trânsito.
Na segunda-feira, às 16h, a seleção faz um treino aberto no Serra Dourada para cerca de 20 mil torcedores que retiraram ingressos gratuitamente ao longo da semana. Na terça, no mesmo horário, a equipe enfrenta o Panamá. Cerca de 20 mil torcedores já compraram ingressos, que custam R$ 100 (arquibancada) e R$ 280 (cadeira).
A seleção deixará Goiânia logo após o amistoso de volta a Teresópolis. No dia 5 vai a São Paulo para o último amistoso antes da Copa, no Morumbi, contra a Sérvia. A estreia no maior torneio do futebol mundial será no dia 12, contra a Croácia, na Arena Corinthians
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