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Atualizado em  12 de junho, 2014 - 04:54 (Brasília) 07:54 GMT
Greve de metroviários (Foto Reuters)
Metroviários fazem manifestação por melhores salários em São Paulo
A apreensão com a greve dos metroviários em São Paulo marcou a contagem regressiva para o jogo de abertura da Copa do Mundo, no estádio Arena Corinthians.
Mas essa não é a única ameaça de paralisação que desperta incertezas sobre o funcionamento de serviços-chave para o Mundial.
No Rio de Janeiro, policiais civis devem fazer uma assembleia na sexta-feira para discutir se cruzarão os braços e trabalhadores dos aeroportos já aprovaram uma greve que reduzirá em 20% seu efetivo por ao menos 24 horas.
Em Fortaleza, onde o Brasil joga com o México na terça-feira, motoristas e cobradores de ônibus anunciaram uma paralisação para o início da semana que vem.
E em São Paulo, os fiscais da prefeitura estão fazendo a primeira greve da história da categoria recusando-se a fiscalizar o cumprimento de regras da Fifa em áreas ao redor do Arena Corinthians e Fan Fests.
Seja porque os movimentos sindicais perceberam que os holofotes do Mundial aumentam seu poder de barganha frente a empresas e entidades governamentais - como defendem autoridades e alguns analistas.
Ou seja porque "colocaram" uma Copa do Mundo no meio de campanhas salariais de categorias que têm sua data-base em maio ou junho - como argumentam os sindicatos.
O fato é que as greves e protestos de organizações sindicais se tornaram uma grande dor de cabeça política e uma das maiores incógnitas envolvendo a organização dos Jogos.
Abaixo, a BBC Brasil fez um levantamento das principais ameaças de paralisação durante o Mundial:
Às vésperas da abertura da Copa do Mundo, os aeroviários do Rio de Janeiro anunciaram que pretendem cruzar os braços por 24 horas a partir da meia noite desta quinta-feira.
A categoria inclui atendentes de check-in, responsáveis pelo carregamento de bagagens e funcionários da limpeza, além de outros agentes e fiscais.
A greve deve ficar dentro das regras aprovadas pelo Tribunal Regional do Trabalho, que estipulam uma redução máxima de 20% no efetivo de aeroviários.
"Não descartamos novas paralisações futuras, já que os sindicatos patronais não querem ceder", disse a BBC Brasil Luiz Braga, diretor do Sindicato Municipal dos Aeroviários do Rio de Janeiro (Simarj)
"Estamos trabalhando sobrecarregados. Há muitos voos extras, muito mais passageiros durante a Copa. Pedimos um abono, um salário a mais, para compensar. Não queremos prejudicar a Copa, mas são os nossos direitos", acrescentou Braga.
Em nota enviada à BBC Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), disse que vai monitorar a situação e que as empresas do setor aéreo possuem planos de contingência para o Mundial.
Outra categoria que pode cruzar os braços na Copa são os policiais civis fluminenses, que se reúnem na sexta-feira para tomar uma decisão. No caso de uma greve, 30% do seu efetivo sairia das ruas.
Os policiais pedem a incorporação em seu salário de uma gratificação recebida mensalmente.
"O governo disse que faria a incorporação nesta semana - mas até agora nada. Se não fizerem isso até sexta-feira, é provável que haja, sim, paralisação durante a Copa", diz Marcio Bastos, vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro.
Além disso, também há apreensão sobre a possibilidade de greve dos motoristas rodoviários, que já cruzaram os braços duas vezes nos últimos meses e não conseguiram o reajuste de 40% que demandam.
Os metroviários votaram na noite de terça-feira por não entrar em greve, mas, segundo analistas, o acordo aprovado com o Metrô Rio é sujeito a contestações – já que foi aprovado em uma votação apertada e marcada por polêmicas.
Para completar, servidores de museus federais também estão em greve. O movimento, que já dura um mês, tem especial impacto no Rio, onde a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu Vila Lobos, entre outras instituições, estão fechados.
A ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse na quarta-feira que entrou na Justiça para pôr fim à paralisação e sugeriu que os turistas visitem outros museus que estariam funcionando normalmente.


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